segunda-feira, 15 de novembro de 2010
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Sabe-se tudo e nada muda. As dinâmicas de classe contra o conhecimento

Nesta quinta-feira, 11 de novembro de 2010, nós teremos o prazer de ter conosco o Professor Christian Baudelot, autor de obras relevantes para a Sociologia da Educação como: “A escola capitalista”, “Allez les filles”, “L’elitisme republicain”, “Durkheim et le suicide”, entre outras.
O convite é para participar de uma conferência e uma conversa com ele na Faculdade de Educação da Unicamp (FE).
Local: Auditório da Biblioteca da FE, às 14 horas
Fonte:
http://versus21.blogspot.com/2010/11/sabe-se-tudo-e-nada-muda-as-dinamicas.html
terça-feira, 2 de novembro de 2010
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
a las cosas que son feas...

ponles um poco de amor...
LO FEO
En una palangana vieja
sembré violetas para ti.
En una palangana vieja
sembré violetas para ti
y estando cerca del río
en un caracol vacío
en un caracol vacío
guardé un lucero para ti.
En una botella rota
guardé un cocuyo para ti,
en una botella rota
guardé un cocuyo para ti
y en una cerca sin brillo
se enredaba el coralillo,
se enredaba el coralillo
floreciendo para ti.
Alita de cucaracha
llevada hasta el hormiguero,
alita de cucaracha
llevada hasta el hormiguero,
así quiero que en mi muerte,
así quiero que en mi muerte,
así quiero que en mi muerte
me lleven al cementerio.
Basurero, basurero
que nadie quiere mirar,
basurero, basurero
que nadie quiere mirar,
pero si sale la luna,
pero si sale la luna,
pero si sale la luna
tus latas van a brillar.
A las cosas que son feas ponles un poco de amor,
a las cosas que son feas ponles un poco de amor
y verás que la tristeza,
LO FEO
En una palangana vieja
sembré violetas para ti.
En una palangana vieja
sembré violetas para ti
y estando cerca del río
en un caracol vacío
en un caracol vacío
guardé un lucero para ti.
En una botella rota
guardé un cocuyo para ti,
en una botella rota
guardé un cocuyo para ti
y en una cerca sin brillo
se enredaba el coralillo,
se enredaba el coralillo
floreciendo para ti.
Alita de cucaracha
llevada hasta el hormiguero,
alita de cucaracha
llevada hasta el hormiguero,
así quiero que en mi muerte,
así quiero que en mi muerte,
así quiero que en mi muerte
me lleven al cementerio.
Basurero, basurero
que nadie quiere mirar,
basurero, basurero
que nadie quiere mirar,
pero si sale la luna,
pero si sale la luna,
pero si sale la luna
tus latas van a brillar.
A las cosas que son feas ponles un poco de amor,
a las cosas que son feas ponles un poco de amor
y verás que la tristeza,
y verás que la tristeza,
y verás que la tristeza
y verás que la tristeza
va cambiando de color
Música: Teresita Fernandez
domingo, 24 de outubro de 2010
Museu do Perfume

Quero compartilhar uma visita que fiz recentemente ao Museu do Perfume ou osmoteca, que seria uma biblioteca de cheiros. Infelizmente ainda não temos o recurso de promover odores pela net, mas os olhares dos observadores, informados pelas imagens, poderão mobilizar memórias olfativas e trazer à tona algumas etapas da história de vida marcadas pelos diferentes aromas.
O perfume, dentre outros, é um atributo social, cuja escolha nos faz sermos quem somos e como gostamos de ser vistos ou reconhecidos pelo cheiro.
Recém-inaugurado em SP (23/09/2010), esse espaço é fruto da parceria entre o Grupo Boticário e a Faculdade Santa Marcelina. Criado em Curitiba, o acervo foi transportado para São Paulo. Com recursos como a acessibilidade, organização, interatividade, o Museu do Perfume é um espaço que vale a pena ser conhecido.
Espaço Perfume Arte e História.
Endereço: Rua Dr. Emílio Ribas, 110, Perdizes, São Paulo. Entrada gratuita
Horários de visitação: de terça-feira, quarta e sábado, das 10h às 18h; quinta, das 10h às 20h; e domingo, das 12h às 18h. Última entrada: 40 minutos antes do fechamento.
Outras informações pelo telefone: (11) 2361-7728.
Imagem: Vaso de LAVANDA na entrada do Museu do Perfume
Mais informações:
http://www.comciencia.br/comciencia/?section=8&edicao=28&id=329
http://www.renataashcar.com.br/?p=335
http://www.renataashcar.com.br/?p=335
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Bem atual, esse Bilac

Vila Rica
O ouro fulvo do ocaso as velhas casas cobre;
Sangram, em laivos de ouro, as minas, que a ambição
Na torturada entranha abriu da terra nobre:
E cada cicatriz brilha como um brasão.
O ângelus plange ao longe em doloroso dobre.
O último ouro de sol morre na cerração.
E, austero, amortalhando a urbe gloriosa e pobre,
O crepúsculo cai como uma extrema-unção.
Agora, para além do cerro, o céu parece
Feito de um ouro ancião que o tempo enegreceu...
A neblina, roçando o chão, cicia, em prece,
Como uma procissão espectral que se move...
Dobra o sino... Soluça um verso de Dirceu...
Sobre a triste Ouro Preto o ouro dos astros chove.
O ouro fulvo do ocaso as velhas casas cobre;
Sangram, em laivos de ouro, as minas, que a ambição
Na torturada entranha abriu da terra nobre:
E cada cicatriz brilha como um brasão.
O ângelus plange ao longe em doloroso dobre.
O último ouro de sol morre na cerração.
E, austero, amortalhando a urbe gloriosa e pobre,
O crepúsculo cai como uma extrema-unção.
Agora, para além do cerro, o céu parece
Feito de um ouro ancião que o tempo enegreceu...
A neblina, roçando o chão, cicia, em prece,
Como uma procissão espectral que se move...
Dobra o sino... Soluça um verso de Dirceu...
Sobre a triste Ouro Preto o ouro dos astros chove.
Olavo Bilac (1865-1918): em seus poemas há uma combinação da tradição clássica portuguesa com o parnasianismo francês, refundida por um ardente temperamento plástico e retórico, no qual também se destaca a perfeição formal, seja na pureza da língua seja na habilidade da versificação.
http://educacao.uol.com.br/portugues/parnasianismo.jhtm
Imagem:Releitura de Mineiros
Imagem:Releitura de Mineiros
domingo, 17 de outubro de 2010
..."e toda dor vem do desejo de não sentirmos dor." R.Russo
Assinar:
Postagens (Atom)

